|
Uma linda garota (20 aninhos,
loirinha do olho azul...), entra na Loja de um turco e pergunta o preço de um
belo tapete. - São 40,00 reais responde o turco. - Moço! Eu só tenho 300,00 .
Vende por 300,00 ? - Não tem como, moça. Esse tapete me custa quase isso! - Ah!
Moço! Vende pra mim?
- Não posso... E apesar da longa choradeira da menina o turco não baixou o
preço, mas fez uma proposta para ela:
- Se você agüentar uma "trepada" em cima desse tapete, pode levar ele de graça.
- O que? Trepar? Meter? Transar? O senhor quer dizer fazer sexo?
- Exatamente! Se você der pra mim em cima do tapete, pode levar ele de graça,
mas com uma condição:
- "Nao pode peidar".
- Tá bom, eu topo. Eu quero muito esse tapete.
O turco foi lá fora, deu uma olhada para os lados e fechou a porta do
estabelecimento.
A menina já estava pelada em cima do tapete. Quando o turco baixou a calça,
apareceu um negócio que
parecia uma tromba de elefante. A ponta quase batia no joelho do infeliz.
Era bem dotado mesmo. A moça arregalou o olho, mas, o negócio já estava
combinado.
O turco se posicionou sobre a garota e quando deu a 1ª encostada com força, ela
gemeu, suspirou e... peidou.
Voltou pra casa chorando, desesperada, nada lhe consolava. Contou a história
para sua mãe.
- O que????? - disse a mãe - Eu vou lá e vou resolver isso.
Vou trazer esse tapete. É uma questão de honra!
Foi até a loja. O turco fez a mesma proposta.
- Não pode peidar! - Lembrou ele...
E foi só o turco encostar o "mandiocão" que a mulher prendeu a respiração,
mordeu o lábio e ... peidou.
Voltou pra casa chorando, lamentando, xingando o desgraçado. A vovó que ouviu
toda a história
disse que esse era um problema para ela resolver. E foi lá pra loja do turco.
Após uma hora, mais ou menos, lá estava chegando a velha, carregando o tapete
enrolado no ombro. A mãe e a filha, que haviam ficado em casa aguardando,
fizeram a maior festa, pulavam alegremente, felizes
perguntaram como ela havia conseguido. Ela respondeu: - Eu não consegui nada! Eu
só estou trazendo ele para lavar.
Eu caguei nele! |