|
É uma modalidade de montaria em cavalo, tipicamente brasileira, pois seu surgimento se
deu no Brasil. O peão, também deve ficar por oito segundos em cima do animal,
como o "bareback", e as únicas diferenças são os equipamentos para a montaria,
como o arreio (assento feito em couro), baixeiro, peiteira e rédeas com duas
canas, que o peão segura com a mão.
No primeiro pulo, o peão posiciona as esporas, sem pontas, no pescoço, acima da
paleta de cavalo. A partir do segundo pulo, as esporas devem ser puxadas para trás.
Equipamentos: Arreio - assento feito em couro, pode ser
fornecido pelo próprio competidor, desde que seja padrão e aprovada pelo comitê
de rodeio da FNRC; Sedém - deve ser feito de material macio (lã ou algodão) e
não pode conter acessórios que provoquem lesões físicas no animal.
O comprimento total máximo permitido da correia é de 1,70 metros; Espora -
permitido somente o uso de espora padrão, com pontas arredondadas, não pode ser
travada. A espora em hipótese alguma deve ter artifícios que provoquem lesões
físicas nos animais; Rédeas - deve ser de duas canas (da mesma espessura),
rédeas cavaleiras, não sendo permitido entrelaçar as mesmas e sim torcê-las;
Peiteira / Ferrinho - a argola do ferrinho não poderá ultrapassar dois
centímetros da cabeça do arreio e a distância entre as argolas deve ser, no
máximo, de seis cm; Baixeiro - será obrigatório o uso de baixeiro compatível.
Julgamento:
A pontuação é o sistema de notas e pontos corridos
(0 a 100). O julgamento é padrão, devendo ser adotado por todos os juízes. O
juiz não poderá ficar com o cronômetro e nem as notas na mão, terá que ser usada
uma prancheta para passar as notas. A nota deverá ser contada somente no final
da montaria. O peão tem direito a outro animal se o escolhido não pular.
Penalidade: O fiscal de brete deve, obrigatoriamente, fazer a
verificação de todos os equipamentos. Entretanto, os profissionais de arena e de
bretes, tais como juízes, tropeiros e diretores, também são responsáveis,
podendo apreender qualquer equipamento que julgarem suspeitos ou anormais, para
análise após o rodeio. É considerado "apelo", quando o peão usar o outro braço
para facilitar o seu domínio sobre o animal como também a cerca ou brete.
|