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HISTÓRIA

Origem - Há um hieróglifo egípcio sobre o nado que data de 2.500 a.C. Gregos e romanos consideravam-no atividade do treino militar. O primeiro país a dar-lhe caráter esportivo foi o Japão. No século XIX, ingleses ordenam as regras e organizam os primeiros campeonatos mundiais. Em 1908, surge a Fédération Internationale de Natation Amateur (Fina), que rege o esporte.

Estilo de nado - Existem quatro estilos de nado: crawl, costas, peito e borboleta. No crawl (ou livre), o mais rápido entre todos os estilos, o peito permanece submerso. Um dos braços é estendido, enquanto o outro dá impulso dentro da água. Os pés batem para dar velocidade. No nado de costas, o nadador desliza com as costas voltadas para o fundo da piscina, movimentando braços e pés à semelhança do crawl.

No nado de peito, a mais antiga forma de nadar, conhecida desde a Antigüidade, o atleta contrai os braços, dentro da água, próximos às laterais do corpo, junta-os sob o peito, para depois estendê-los, à sua frente. As pernas fazem o movimento de um sapo: com os joelhos voltados para fora, são encolhidas e depois estendidas, como se estivessem chutando a água. O nado borboleta inspira-se no movimento de um golfinho, alternando técnicas dos estilos crawl e peito. Os braços são erguidos simultaneamente para fora da água, adquirindo a forma da asa de uma borboleta. Quando voltam para dentro da água, são estendidos, ao mesmo tempo em que o nadador mergulha a cabeça. As pernas, mantidas juntas, ajudam a dar impulso durante o movimento.

As competições ocorrem em piscinas de 25 metros ou de 50 metros (olímpica), divididas em raias. Podem ser individuais ou por equipe. Nos revezamentos, disputados por equipes de quatro atletas, cada nadador compete uma parte da prova. São disputas que alternam velocidade e resistência. Há também a competição de nado medley, que combina os quatro estilos -- livre, costas, peito ou borboleta. A distância percorrida é padronizada.

Além do torneio olímpico, disputa-se um campeonato mundial a cada quatro anos. Pertencem à natação brasileira dois recordes mundiais: Maria Lenk, em 1939, nos 200 m e 400 m, nado peito, e Manuel dos Santos, em 1961, nos 100 m, nado livre. Os melhores resultados olímpicos dos últimos anos são: Ricardo Prado, Medalha de Prata nos 400 m, medley, em Los Angeles (1984), e Gustavo Borges, Medalha de Prata nos 100 m, nado livre, em Barcelona (1992). O ranking da Associação Internacional de Estatísticas de Natação, de 1995, que se baseia nos resultados do ano anterior, outorga ao Brasil o primeiro lugar, destacando 20 atletas nacionais de 14 a 17 anos.

 
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