Em 1900, nas Olimpíadas de Paris, o Hipismo
passa a fazer parte das Olimpíadas mas somente na categoria de salto, vindo o
Concurso Completo de Equitação (CCE) e o adestramento a se integrarem nas
Olimpíadas de 1912. É a única modalidade olímpica em que existe a
disputa entre homens (cavaleiros) e mulheres (amazonas).
Na prova de salto, vence quem
cometer o menor número de infrações,
terminar o percurso mais rápido ou alcançar
o maior número de pontos, de acordo com o
tipo da competição. Entre as falhas que resultam na
perda de pontos estão a queda ou desvio
de um obstáculo, o recuo antes de dar o
salto, ultrapassagem do tempo limite,
errar o percurso ou cair do cavalo.
No adestramento, acontecem três
avaliações. Em duas delas são
realizados movimentos obrigatórios e na
última há uma coreografia livre. O
controle do cavaleiro é o mais importante
dessa prova. A origem do adestramento passa pelos mongóis,
árabes, egípcios e persas, mas com a
queda do império grego, houve um grande
declínio na arte de montar. Na Idade Média,
os cavaleiros exibiam suas habilidades,
digladiando-se, com uma equitação
voltada para a guerra. Já o
Concurso Completo de Equitação é
realizado em três dias. No primeiro,
acontece a prova de adestramento,
em que os cavaleiros realizam uma série
de movimentos obrigatórios. No segundo, há
a prova de fundo, que é
subdividida em percursos e caminhos com steeplechase
e cross-country. E no último dia mede
se o cavalo
tem resistência para ultrapassar os
obstáculos depois de três dias
de competição. |