Função original: Companhia
História: Foi revelado ao
Ocidente, em Pequim e foi levado para a Europa em 1860 pelos soldados britânicos
e franceses. Os pequineses foram mantidos durante muitos séculos, em grande
quantidade, em circunstâncias privilegiadas pela corte imperial chinesa.
Provavelmente tem nas veias sangue do Spitz, mas suas origens remontam de 4000
anos. É um animal de luxo e estimação, mas também de guarda, por sua
coragem.
Descrição: É uma raça de
pernas curtas e tem um ligeiro gingado no andar. Seu focinho é enrugado, curto
e largo, é emoldurado por longos pêlos; cabeça larga, com grande espaço
entre os olhos; stop muito pronunciado. A boca fechada não deve mostrar os
dentes, nem a língua; olhos grandes, escuros e brilhantes, um pouco salientes;
orelhas em forma de coração com longas franjas; pescoço curto e grosso; a
cauda é enrolada sobre o dorso; pêlo longo e reto com ampla juba e franjas
abundantes (todas as cores são admissíveis). O peso deve ser compreendido
entre 2 e 8 kg e altura entre 15 e 23 cm. Vive até 15 anos.
Temperamento: Sensível,
muito afetuoso com o dono e desconfiado com estranhos. Nobre, inteligente,
destemido, leal e obediente.
Utilizações: É o clássico
cão de apartamento e de colo. Às vezes sabe transformar-se num vigia ladrador.
Atenção: O pequinês deve
ser penteado com freqüência. Necessita também de limpeza nos dentes para
evitar quedas precoces.
Outros nomes: Peking
palasthund, pekingese, cão leão, lion dog of peking (cão de Pequim).