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BLOODHOUND

Informações Completas

O Melhor Faro do Mundo

O Bloodhound é o farejador mais conhecido do mundo e também o maior. Diz-se que teria sido levado para a Inglaterra por Guilherme, o Conquistador, em 1066. Os prováveis antepassados deste "patriarca" dos farejadores e dos cães de caça em geral, foram os antigos cães de Saint-Hubert, que foram levados para a Europa durante as cruzadas e criados por monges beneditinos.

As pregas de sua pele, aparentes na face e no pescoço lhe dão um ar de constante melancolia, o que é desmentido por sua natureza ativa e buliçosa. Além de bom farejador, é um cão de boa índole e bastante amistoso, características que fizeram com que se tornasse bastante popular entre os caçadores em toda Europa e Estados Unidos. O Bloodhound não tem rivais no que se refere ao faro extremamente apurado. Por isso,  foi também utilizado pela polícia de diversos países como auxiliar na localização de pistas, sendo sendo capaz de seguir pistas "frias" por até 220 quilômetros de maneira incansável.

Foto extraída do site da revista Cães e CiaO nome Bloodhound é oriundo de sangüinarii, uma alusão ao seu modo peculiar de caçar - perseguindo a presa e trazendo-a morta para o caçador, com profusão de sangue. Entretanto, outros estudiosos da raça, dizem que o Bloodhound, deriva da expressão blooded hound, que significa linha de sangue puro. É um cão que precisa de espaço e bastante exercício para que não se torne obeso. Apesar de seu tamanho, não deve ser utilizado como cão de guarda.

Grigio - O Cão Salesiano

São João Bosco, viveu até metade do século XX e sua vida foi dedicada a reabilitar e educar jovens sem lar, criando também a Ordem Salesiana. O cão personagem desta história era um enorme e cinzento mestiço, cujo nome era Grigio de origem tão obscura quanto a das crianças que Dom João acolhia. Grigio simplesmente apareceu vindo de lugar nenhum e incumbiu-se da missão de guarda-costas de D. João.

Um dia, Dom João caminhava por uma rua de Turim quando foi abordado por um assaltante que exigia seu dinheiro. Como nunca carregava dinheiro próprio (tudo o que conseguia era imediatamente colocado nas instituições), Dom João negou o dinheiro ao assaltante que diante de sua recusa tornou-se violento tentando matá-lo com um punhal. Foi quando Grigio apareceu e se atirou sobre o ladrão, derrubando-o para logo em seguida colocar-se entre este e seu protegido. Após este encontro, Grigio adotou D João e sempre estava por perto quando este se encontrava em perigo (o que aparentemente era bastante freqüente). Materializava-se nas horas de perigo, salvava Dom João, permanecia ao seu lado por um tempo e então sumia por dias. Grigio defendeu D João de muitos ataques, chegando a alertá-lo para uma emboscada feita para assassiná-lo.

Finalmente, a Ordem Salesiana conseguiu romper as barreiras e Dom João conseguiu que o governo de Garibaldi confiasse a ele a administração de suas escolas, fazendo com que todos passaram a confiar em Dom João e não a vê-lo como uma ameaça. Assim, os heróicos serviços de Grigio já não eram mais necessários.

Uma noite, na hora do jantar, quando o santo estava sentado no refeitório, Grigio veio a ele mais uma vez. Esfregou a cabeça contra a batina de Dom João, lambeu-lhe calmamente a mão, e então levantou a pata e a encostou no joelho de João. Então, sem um som sequer, o grande cão cinzento virou-se e penetrou na noite. Grigio nunca mais foi visto desde então.

* Fonte: A Inteligência dos Cães

 
 
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